Beber contra os livros,incendiar bibliotecas, Herberto Helder
Livraria. Atelier de Design. Café-bar.
terça-feira, 22 de Dezembro de 2009
Este Natal queremos o melhor para si!
Depois de termos convocado um dia de trabalho, após longas discussões com o patronato que queria decretar uma greve geral, temos a honra de informar:
GATO VADIO! Abertos quarta e quinta-feira à tarde (a partir das 15h! ufuf!); dia 25, sexta-feira, à noite, estaremos abertos como habitualmente para desenfastiar a rabanada!
O Cabaz que sempre pensou oferecer está à sua espera!
Diabolíada, Mikhaïl Bulgakov, & etc
O Livro Mau, A.dasilvaO. Edições Mortas
Conversas com Albert Cossery, Antígona
Urro – Então e tu, orgasmo, também já és de direita?, Vadios
Alucinações Verdadeiras, Terence McKenna, Via Óptima
Potlatch, O Boletim da Internacional Letrista, Fenda
Jukebox 1 & 2, Manuel de Freitas, Teatro de Vila Real
Negrume, Amadeu Baptista, & etc
A Caixa Negra, Josep Rodriguez, Averno
A Formação da Mentalidade Submissa, Vivente Romero, Deriva
Caderno de Demónios – Os últimos dias de Nietzsche…, Carlos Couto Sequeira Costa, Fenda
Autobiographie Mutuelles, Alberto Pimenta & César Figueiredo
O Preguiçoso, Samuel Jonhson, & etc
Un Coeteau entre les dents/Uma Faca nos Dentes (ed. bilingue), António José Forte, Ab Irato
Índio Branco, Le Clezio, Fenda
As Portas da Percepção, Aldous Huxley, Via Óptima
O Homem-Livre, Fillipe Verde, Angelus Novus
Zona Autónoma Temporária, Hakim Bey, Frenesi
Silogismos da Amargura, Cioran, Letra Livre
To the foreigners and tramps who goanna be hanging around in the muddy streets of Porto, come all to the Stray Cat on 25th of December / Aos estrangeiros e trampeiros que ficam à deriva no sapal desta cidade no dia de natal, venham ao Gato semear a concórdia!
Missa do Galo só a oficiada pelo Paul Bowles!!!
sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009
Foto de Célia Gomes
Aos poetas que morrem com muita, muita luz nos olhos.
«Um dos meus remorsos mais pungentes é ter contribuído, quando escrevi alguma poesia, para "enfeitar" de cultura as classes dominantes.»
Sebastião Alba
Não serão muitos os poetas que nos deixam sem palavras. O que dizer?
“Um poeta não se pega”, disse ele uma vez. Ou num poema, “Estar comigo/é o meu nativo/modo de estar”. Talvez desejasse desaparecer, deste mundo, desta vida. Frágil para nele viver, bravio para nele recusar acoitar-se. Nenhuma concessão. Desapareceu para estar vivo.
Na página 98 da Enciclopédia das Literaturas de Língua Portuguesa (Verbo, Lisboa/São Paulo, 1995), a entrada Alba (Sebastião) remete para Gonçalves (Carneiro). Na entrada Gonçalves (Carneiro), na pág. 852, diz-se: “Escritor português, desde muito novo radicado em Moçambique (Braga, 21.6.1941 – Moçambique, 20.1.1974). Frequentou o Instituto Liceal D. Gonçalo de Silveira, na Beira. (…) Obteve dois prémios da Câmara Municipal de Lourenço Marques: um, em 1965, com o conto “A lua do advogado”, e outro, em 1968, com uma poesia. Faleceu num acidente de viação. Em 1975, editou-se em Lourenço Marques “Contos e lendas”, uma colectânea de alguns dos melhores trabalhos do autor, única obra sua publicada”.
Será um equívoco? Ou, a única entrada da citada enciclopédia a fazer jus ao desejo do autor?
A 14 de Outubro de 2000, na noite dividida, foi atropelado na conhecida “rodovia” de Braga por um autocarro. Deixou um bilhete dirigido ao irmão: «Se um dia encontrarem o teu irmão Dinis, o espólio será fácil de verificar: dois sapatos, a roupa do corpo e alguns papéis que a polícia não entenderá».
Alba, continuas a assobiar?
Sebastião Alba
Leitura de poemas
Nuno Meireles e Júlio do Carmo Gomes
Domingo, dia 20 de Dezembro, 18h
Gato Vadio
quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009
“TÁ-SE”, Instalação Anti-Experimental com Base em imagens da Revolta Grega de há um ano atrás.
Por Bartldad Bashir e Yurgi Tzanov
(na Montra/Gato Vadio)
11, 12 e 13 de Dezembro 2009
Newsletter - Apresentação
Censurada na Bienal de Veneza, a instalação da dupla de artistas formada por Bartldad Bashir e Yurgi Tzanov atravessou o Atlântico para provocar motins em São Paulo, chegando agora à passiva e testosterónica cidade portuense, revelando-se num espaço mais vocacionado para a acção do que para a exposição.
Este “visual point” é uma experiência multi-disciplinar (e anti-disciplinária) pós-moderna realizada a título experimental e que em breve estará disponível nas livrarias Fnac’s e noutras grandes superfícies com o intuito de lembrar que você não existe senão enquanto mercadoria.
Um ano depois da programada e eficaz encenação da Crise Mundial e no fim-de-semana da Cimeira de Copenhaga, onde o teatro de actores respeitados continua em cena, (sempre com lotação esgotada e representando os interesses do espectador respeitador em geral), a Gato Vadio, preocupada com o espectador respectivo em particular, oferece-lhe “TÁ-SE”, um brinde* em estreia nacional.
* Pode conter vestígios da sua presença e apresentar espécies de casca-grossa.
quinta-feira, 26 de Novembro de 2009
Sábado, 28 de Novembro, 22h
Boomerang
de Pedro Eiras
apresentado por João Miguel Teixeira Lopes
com Pedro Eiras e António Preto
colecção O Rato da Europa
edição Pé de Mosca
Boomerang, por Pedro Eiras
Boomerang. 27 postais. Sobre a Europa ou os seus fantasmas. Poderia ter sido um livro mas afinal é um trânsito. Ir e vir. Escrita sobre a escrita sobre a escrita. Recuo histórico. E depois sobre o presente: desafiar a miopia. Aceleração do tempo. 27 vezes, menos uma, porque há sempre o imponderável. Ensaios postais crónicas relatórios de leitura. Acordos e desacordos. Para desmontar perder dispersar.
Pedro Eiras Nasceu em 1975. É Professor de Literatura Portuguesa na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Com Esquecer Fausto ganhou o Prémio P.E.N Clube Português de Ensaio referente a obras publicadas em 2005.
Pé de Mosca A Cooperativa Pé de Mosca surge como plataforma cultural e social que, através do Design, das Artes Gráficas e da Formação se propõe criar projectos singulares e revestidos de uma forte dimensão social e pública. Assim, a Pé de Mosca privilegia o desenvolvimento de objectos de Design inclusivos e participativos, a colaboração com criadores de outras áreas de actuação e uma relação estreita entre o lado material e imaterial do Design. Tem colaborado com a Fundação Cupertino de Miranda, o Centro Cultural Vila Flor, a ETC – Espectáculos e Teatro para Crescer, a ETEPA – Escola Tecnológica e Profissional Albicastrense, entre outros.
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Domingo, dia 29 de Novembro
Tarde, 17h:
Agostinho da Silva - um pensamento vivo
(documentário)
Gato Vadio "São meus discípulos, se alguns tenho, os que estão contra mim; porque esses guardaram no fundo da alma a força que verdadeiramente me anima e que mais desejaria transmitir-lhes: a de se não conformarem."
Agostinho da Silva, in 'Cartas a um Jovem Filósofo'
Este documentário, produzido pela Alfândega Filmes, segue o percurso biográfico de Agostinho da Silva, um dos mais paradoxais pensadores portugueses do século XX. Ao longo de 79 minutos, o realizador brasileiro João Rodrigo Mattos percorre todas as cidades e regiões por onde o filósofo português passou, entre Portugal e o Brasil. O documentário reúne numerosos depoimentos de pessoas das esferas cultural, social e política, tais como Manoel de Oliveira, Caetano Veloso ou Mário Soares. É uma excelente oportunidade para conhecer melhor um pensador livre e inconformado, que tem sido relegado para um plano marginal no panorama cultural português, talvez por sempre ter andado à margem do convencional.
Noite, 21h30:
Entre Seattle e Atenas, 10 anos de Revolta
Documentários:
This Is What Democracy Looks Like
55 m.
Documentário independente sobre as acções de protesto em Seattle, em 1999, durante o encontro da Organização Mundial do Comércio.
With narration by SUSAN SARANDON and SPEARHEAD's MICHAEL FRANTI, and with a driving soundtrack including RAGE AGAINST THE MACHINE, DJ SHADOW, DJ MUSAKA, and COMPANY OF PROPHETS, This Is What Democracy Looks Like is the first documentary to capture the raw energy of the WTO protests, while clarifying their global and historic significance.
"The IMC isn't waiting for the old guard media to tell the true story. . . the IMC is simply doing the job itself, reporting directly form the front lines." Naomi Klein, author of NO LOGO
DECEMBER 2008 - THE REVOLT (Grécia) Contains 150 minutes unpublished visual material, reports and photos from the events of December 2008.
The murder of Alexis Grigoropoulos was the spark that set fire to the Greek swamp. The events that followed, contrary to what many media claimed it was a fair expression of anger on police arbitrariness, the obsolete and useless education system, corruption and incompetence of the policy and the widening social inequalities.
The TV Without Borders recorded video, photos, reports and analysis to spontaneous uprising. Part of this material is rare. Other pieces are stark evidence of police violence or even tabled in parliament in order to establish the relationship between police and the para-.
terça-feira, 17 de Novembro de 2009
Programa Vadio:
Sábado, 21 de Novembro, a partir das 21h30
Projecto Videolab - VÍDEOS PARA WC
Sábado, 28 de Novembro
Boomerang– um conjunto de 27 postais sobre as representações da Europa na literatura portuguesa
Pedro Eiras (Pé de Mosca)
Sábado, 21 de Novembro, a partir das 21h30
Projecto Videolab - VÍDEOS PARA WC
Gato Vadio rua do rosário 281
"Há três horas que a casa de banho está aferrolhada... Julgo que a estão a utilizar como sala de operações...", William Burroughs.
Potenciar a apresentação de imagens de vídeo nas suas várias vertentes tem sido uma das preocupações basilares do Projecto Videolab. A importância dada à contextualização das sessões e a criação de toda uma envolvência temática, que integra não só uma selecção criteriosa e fundamentada dos filmes a exibir, mas também o cuidado com o público-alvo, o espaço e o momento de exibição, reflectem esta abordagem.
Pretende-se continuar neste trilho da experimentação de sentidos visuais e estéticos exponenciando as capacidades inatas do vídeo, do latim eu vejo. Das grandes salas de cinema passou-se para a utilização de espaços mais intimistas e o Projecto Videolab, nesta sua nova sessão, transporta o vídeo para um espaço com características muito específicas e onde geralmente estamos sós e não pretendemos companhia. Pode ser considerado um espaço de alívio, de refúgio, de pausa, mas também de tormenta. Porque não, estarmos sozinhos mas simultaneamente acompanhados? Porque não, explorar a casa-de-banho como espaço de visualização de imagens em movimento? Que imagem apresentar neste local? Quais as sensações que cria?
Esta é a reflexão a que o Projecto Videolab se propõe com a sessão de VÍDEOS PARA WC.
Depois de tanto murro no estômago e de tanta crise existencial causada pelos devassos (progr)amadores do gato vadio nas últimas semanas (ou anos?), vamos à Animavadia!
Apareçam ó melros, desta vez com pipocas, nós prometemos, nós fazemos promessas, nós pró ano vamos a Fátima, lagarto lagarto lagato…
Curtas de Animação
Curto Ciclo Vadio pela História do Cine-de-Animação (1908-2008)
“Há, de facto, algo que o homem é e tem de ser, mas este algo não é uma essência, não é propriamente uma coisa: é o simples facto da sua própria existência como possibilidade ou potência”, Giorgio Agamben
A sessão e debate sobre o Bio-Poder é dedicada aos homens que continuam iniquamente presos nas prisões de Guantánamo e Bagram sob a administração do Nobel da Paz Barak Obama. Amén.
Hunger, de Steve McQueen
Filme + Debate sobre o Bio-Poder
Sábado, dia 31 de Outubro, 22h
Apresentação a cargo de Rossana Mendes
Gato Vadio rua do rosário, 281 – Porto
Vencedor de inúmeros prémios, entre os quais o Caméra d'or em Cannes e Melhor Realizador Estreante nos British Independent Film Awards, Hunger é uma experiência visceral, graficamente violento, de uma beleza visual tão desarmante quanto o conteúdo traumático que retrata.
O foco de Hunger é o relato (mais emocional que factual) dos últimos tempos de vida de Bobby Sands, um activista do IRA que foi preso aos 27 anos por posse de arma e condenado a 14 anos de prisão. Em 1981, iniciou uma greve de fome com o objectivo de melhorar as condições para os prisioneiros do IRA, entre as quais recuperar o estatuto de presos políticos, poderem livremente agrupar-se com outros prisioneiros, terem direito a visitas semanais e envio/recepção de correio e não serem forçados a usar a farda de reclusos. Ao final de 66 dias, a greve de fome reclamou-lhe a vida.
McQueen faz-nos sentir os odores fétidos dos dejectos, faz-nos escutar o rufar ensurdecedor dos bastões da polícia de intervenção nos escudos, para logo nos fazer sentir na carne as pancadas sobre os presos, quando os arranca brutalmente das celas para os lavar e revistar, violando-os sem misericórdia. McQueen move-se no limite do suportável, ao mesmo tempo que a câmara de Sean Bobbitt capta o abjecto e o belo, confundindo-os numa mesma “tela”.
(comentário ao comentário que nos chegou de JDPINHO, ver abaixo, a propósito do debate sobre a vacina da Gripe A h1n1)
Agradecemos as suas notas e a atenção que dedicou ao debate promovido pelo Gato.
As opiniões dos médicos que questionam a vacina da Gripe “suína” não precisam necessariamente de ter uma autoridade baseada no seu passado biográfico para, antes de mais, aconselharam prudência às autoridades sanitárias, governativas, médicas e aos cidadãos em geral por causa dos escassos dados científicos sobre os efeitos a curto, médio e longo prazo, provocados pela vacina e os seus componentes controversos. Tal como as autoridades sanitárias, governativas, médicas e os cidadãos em geral, não precisam de ter uma autoridade baseada no seu passado biográfico para pressuporem, sem dados científicos de relevo, que não há imprudência nenhuma no uso da vacina quanto aos seus efeitos a curto, médio e longo prazo.
Para dar um exemplo, Francisco George declara: “Quem é contra a vacina não tem fundamento científico”. Baseado no peso da sua autoridade, mesmo quando não há dados científicos “sobre a génese do H1N1,(…) a real incidência dos efeitos laterais das vacinas em geral, a sua gravidade, (…). Nem sobre o risco de mutações do H1N1 num cenário de pandemia”, ele declara por antítese que quem é a favor da vacina tem fundamento científico necessário ou suficiente.
(Além disso ser leviano, revela que não é sensível ao maior coro crítico a uma vacina feito por médicos e profissionais de saúde, com ou sem autoridade biográfica, jamais visto em todo o mundo).
Aquilo que achamos prudente é que o cidadão, que deve decidir em consciência se toma ou não a vacina, deve ter acesso não só à opinião “maioritária”, mas também à opinião “minoritária” (colocando a questão nestes termos para simplificar e enfatizar o desequilíbrio entre essas “duas correntes” e não com o intuito de cair em maniqueísmos).
A médica infecciologista (e os restantes médicos presentes no Gato Vadio) não notou a falta de credibilidade na argumentação da médica Teresa Forcades, apontando apenas o lapso de no documentário não ser referido que a estirpe h1n1 afecta pessoas jovens e saudáveis (ao contrário da gripe sazonal).
Também achamos (e aqui sem prudência nenhuma…) que um cidadão consciente, informado e que procura não alienar a sua esfera de interesse público (como estamos em crer concordará), deve ter acesso a informação e a factos sobre a produção da vacina, a génese da sua patenteação pela Baxter, o episódio dos 72 kilos de vacinas com o vírus activo da gripe aviar e da gripe sazonal colocadas no mercado, as alterações recentes na OMS e a cronologia dos factos, etc, etc, etc… Nem que seja para poder depois considerar essas opiniões sem “credibilidade”.
Finalmente, o “desconto” terá de ser dado primeiro a todas as organizações oficias e não-oficiais, a todas as entidades privadas, a todos os grupos coorporativos, sindicais, ordens, associações, e também a todas as livrarias e bares que nem sequer se colocaram na posição do “desconto”. E depois aceitaremos todos os descontos e todas as nossas insuficiências.
Cordialmente,
Os Vadios.
quinta-feira, 22 de Outubro de 2009
Documentários e Debate sobre a Gripe A H1N1, a vacina e a sua problemática social
Sexta-feira, dia 23 de Outubro, 22h
Gato Vadio, rua do rosário 281
Este é o nosso plano de contingência: nenhum cidadão deve decidir tomar a vacina da Gripe A H1N1 sem antes ouvir as vozes de médicos e investigadores que a colocam em causa. Ou seja, sem antes ter acesso a informação técnica e científica credível, consistente e crítica, que enriqueça uma decisão consciente. Esforço minoritário face à informação oficial – desta vez, e grosso modo, acompanhada pela epidemia acrítica dos media de referência – e que, na prática, se consubstancia no direito do cidadão ao contraditório, à possibilidade de olhar para o outro lado da história.
A responsabilidade mais uma vez de cumprir com um serviço público – vadio e de pequena escala – pesa-nos nos ombros. A contra-informação que se gerou em redor da problemática da Gripe A H1N1 nem sempre terá sido pedagógica, isenta e producente. Não queremos por isso correr o risco de provocar um caso de alarmismo na contra-cultura citadina.
Desta forma, do programa de vídeos que exibiremos antes do debate e que poderão consultar abaixo constam notas e referências sobre os autores/envolvidos nos documentários que serão passados.
O debate contará com a presença confirmada de Médicos (Epidemiologistas e de Clínica Geral), investigadores científicos e licenciados em Farmácia.
Programa:
Documentários:
1.
O Dr. Kent Holtorf é entrevistado na Fox News sobre os sintomas e o tratamento do H1N1 (a Gripe Suína ou Gripe A). O Dr. Holtorf é um especialista em doenças infecciosas e a sua opinião sobre a vacina que chegou agora ao mercado em Outubro (de 2009) é no mínimo alarmante.
“Campanas por la Gripe A”, vídeo com a médica e investigadora Teresa Forcades.
Os dados e os factos que são trazidos a lume colocam em causa a forma como a vacina da Gripe A H1N1 foi produzida, questionam a própria virulência da Gripe A, abordam as recentes alterações por parte da Organização Mundial de Saúde que permitiram declarar a pandemia em 2009, quando o estado actual da gripe, o número de casos infectados e a taxa de mortalidade que provoca, não permitiria a declaração de pandemia com os regulamentos de 2008.
Notas:
Teresa Forcades (1966,Barcelona), é uma monja beneditina, médica e teóloga, conhecida pelas suas posições feministas e pelas suas manifestações críticas contra a gestão da Pandemia de Gripe A H1N1, designadamente contra as instituições sanitárias e as empresas farmacêuticas que produzem a vacina da Gripe A.
Licenciada em Medicina pela Universidade de Barcelona em 1990; especialidade em Medicina Interna nos EUA em 1995. Título de Master Divinitas pela Universidade de Harvard em 1997. Doutoramento em Saúde Pública na Universidade de Barcelona em 2004.
Documentário com o investigador polaco Piotr Bein sobre as implicações políticas da problemática da Gripe A H1N1 e os interesses das farmacêuticas que produzem a vacina contra a chamada “gripe suína”.
(Tradução simultânea assegurada.)
Notas:
Dr. Piotr Bein holds a masters degree from the Technical University of Denmark and a doctorate in applied decision and risk analysis from the University of British Columbia. A member of the Institute for Risk Research, University of Waterloo, he served as a consultee on a recent report from the European Committee on Radiation Risk. His 30-year career of a licensed civil engineer, risk analyst, ecological economist, and researcher of socio-economic impacts of atmospheric change switched to an interest in information warfare after NATO attack on Yugoslavia. (Bein foi um dos investigadores que mais relutantemente denunciou o uso de urânio empobrecido nos Balcãs, designadamente na Bósnia e no Kosovo, polémica que ocupou também as páginas dos jornais portugueses em 2001 por causa da presença de soldados portugueses nas missões militares na Bósnia do pós-guerra).
The Institute for Risk Research (IRR) was established in 1982 to conduct research on risk management and to establish a knowledge base to assist Canadian governments, public organizations and industry in risk management decisions and policies. Research and development on measures of safety, risk management of dangerous goods, safety of blood systems, etc., provision of membership services for risk experts in Canada, risk publications and educational programs have all contributed to the mission.
Expertise: Decision analysis of civil engineering systems under uncertainty and risk; modeling and assessment of natural and man-made hazards to civil engineering works, and risks arising in transportation of people and goods.
Site do Institute for Risk Research (IRR)
http://www.irr-neram.ca/about/irr.html
segunda-feira, 19 de Outubro de 2009
Rota das Noites do Zeca
Música e Poesia
Quinta-feira, dia 22 de Outubro, 22h
GATO VADIO
Livraria, Atelier de Design,Café-bar.
Rua do Rosário, 281 – Porto
telefone: 22 2026016
email: gatovadio.livraria@gmail.com Org. AJA Norte, Gato Vadio, Império da Girafa
" 80 Anos de Zeca "
sexta-feira, 16 de Outubro de 2009
Programa próximos dias: Contos da Diferença - Apresentação Sábado, 17 de Outubro, 22h
Rota das Noites do Zeca – 80 anos de Zeca Afonso Música e Poesia Quinta-feira, dia 22 de Outubro, 22h Org. AJA Norte, Gato Vadio, Império da Girafa
Hunger, de Steve McQueen + debate sobre o Bio-Poder Filme (2008) Apresentação de Rossana Mendes Sábado, dia 31 de Outubro, 22h
Documentários + Debate sobre a Gripe A, a propaganda e as Farmacêuticas ainda sem data
sábado, 10 de Outubro de 2009
Poesia – Chalupa Domingo, dia 11 de Outubro, 17h30
Satã, assim relegado para uma condição vagabunda, errante, instável, não tem paradeiro certo: pois embora possua, em consequência da sua natureza angélica, uma espécie de império sobre os desertos líquidos e os ares, faz certamente parte do seu castigo que ele não disponha... de qualquer lugar ou espaço físico onde descanse a planta dos pés.
Daniel Defoe, The History of the Devil
Os vadios apresentam...
XI Noite da Chalupa! Uma noite domingueira, que surgiu de um encontro de palavras equivocado entre a famosa cachupa de Cabo Verde e a imaginação naive de uma vadia ao sabor do acaso. Assim nasceu esta ideia, este espaço que se pretende que seja aberto à criação, à possibilidade de ir humanamente para além das formalidades conceituais esperadas (ai, que sono...) de uma tradicional noite de poesia. E porque com a chalupa pensamos em comer (mesmo com a palavra do avesso) também haverá sempre uma delícia à fruição - feita pelos vadios, claro! Todos sabemos que o espírito funciona melhor depois de satisfeitos os prazeres da carne... Este Domingo, 11 de Outubro, 17H30 no Gato Vadio (Rua do Rosário, 281) Tema: O profano e... (porque não?) o sagrado
Em breve,
Contos das Tangas Lésbicas Apresentação Sábado, dia 17 de Outubro, 22h
Rota das Noites do Zeca – 80 anos de Zeca Afonso Música e Poesia Quinta-feira, dia 22 de Outubro, 22h Org. AJA Norte, Gato Vadio, Império da Girafa